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Você sabe o que leishmaniose ?

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LEISHMANIOSE

A leishmaniose visceral, conhecida também como calazar, é uma doença grave que, se não for tratada, leva à morte em até 90% dos casos humanos. O mal é considerado um crescente problema de saúde pública no País e as principais vítimas são as crianças e os idosos.

A transmissão não acontece entre pessoas ou animais, mas os cães são considerados os principais reservatórios do problema. Na verdade, a contaminação é causada pela fêmea do inseto Lutzomyia longipalpis, popularmente conhecido como mosquito-palha ou birigui, que se alimenta de sangue. Ela pica o cão infectado e o ser humano, fazendo com que o protozoário entre na corrente sanguínea e migre para os órgãos viscerais, como fígado e baço.

Foram 63 óbitos no Estado de São Paulo. A região de Presidente Prudente concentra a maior prevalência de leishmaniose, com a capital do Oeste Paulista e Presidente Venceslau somando, juntas, 20% de todos os registros da doença em todo Estado de São Paulo. Dados do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Sinan) de 2014 até o dia 11 deste mês apresentam 746 notificações de leishmaniose visceral.

SINTOMAS E PREVENÇÃO

A prevenção da Leishmaniose Visceral ocorre por meio do combate ao inseto transmissor. É possível mantê-lo longe, especialmente com o apoio da população, no que diz respeito à higiene ambiental. Essa limpeza deve ser feita por meio de:

  •     Limpeza periódica dos quintais, retirada da matéria orgânica em decomposição (folhas, frutos, fezes de animais e outros entulhos que favoreçam a umidade do solo, locais onde os mosquitos se desenvolvem).
  •     Destino adequado do lixo orgânico, a fim de impedir o desenvolvimento das larvas dos mosquitos.
  •     Limpeza dos abrigos de animais domésticos, além da manutenção de animais domésticos distantes do domicílio, especialmente durante a noite, a fim de reduzir a atração dos flebotomíneos para dentro do domicílio.
  •     Uso de inseticida (aplicado nas paredes de domicílios e abrigos de animais). No entanto, a indicação é apenas para as áreas com elevado número de casos, como municípios de transmissão intensa (média de casos humanos dos últimos 3 anos acima de 4,4), moderada (média de casos humanos dos últimos 3 anos acima de 2,4) ou em surto de leishmaniose visceral.

http://saude.gov.br/saude-de-a-z/leishmaniose-visceral

https://portalregional.net.br/prudente-e-venceslau-somam-20-dos-casos-de-leishmaniose-no-estado/

https://emais.estadao.com.br/blogs/conversa-de-bicho/prevenir-e-o-melhor-remedio-contra-a-leishmaniose/

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