telessaude_horizontal-site.png
Facebook Instagram Twitter Linkedin Youtube linkedin.png WhatsApp Business spotfy.png Spotfy

Dia Nacional da Visibilidade Trans

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
 

Data tem por objetivo dar visibilidade e chamar a atenção para a ausência de políticas públicas e da violência contra as travestis e transexuais

Em 29 de janeiro comemora-se no Brasil o Dia da Visibilidade Trans. A ideia surgiu em 2004, quando um grupo de ativistas trans participou, no Congresso Nacional, do lançamento da primeira campanha contra a transfobia.

A ação foi promovida pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, com o objetivo de ressaltar a importância da diversidade e respeito para o movimento trans, representado por travestis e transexuais. A data passou, então, a representar a luta cotidiana das pessoas trans – especialmente as que se encontram em situação de vulnerabilidade – pela garantia de direitos e pelo reconhecimento da sua identidade.

O Brasil registrou 175 mortes de pessoas trans em 2020, número que representa um aumento de 41% em relação ao ano anterior, quando foram registrados 124 homicídios. Com isso, o país se mantém como o país que mais mata travestis e transexuais no mundo.

O aumento no número de assassinatos também faz de 2020 o ano mais violento para pessoas trans em quatro anos. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (29), Dia Nacional da Visibilidade Trans, pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra).

De acordo com o relatório, as travestis que estão na prostituição são a maioria entre as pessoas assassinadas, junto com as negras e periféricas. O estado com maior registro de homicídios de mulheres trans foi São Paulo, seguido do Ceará, Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Ao menos 77% dos crimes tiveram requinte de crueldade, enquanto metade dos casos as mortes foram por armas de fogo. Ao contrário do que se vê nos dados de violência doméstica, 72% dos assassinos não tinham relação com a vítima.

Pandemia

No entanto, há um ponto em comum entre essas duas violências: o aumento de mortes durante a pandemia de Covid-19. Além disso, segundo o dossiê, cerca de 70% da população de travestis e mulheres transexuais não conseguiram acesso às políticas emergenciais nesse período.

Referências

https://revistaforum.com.br/lgbt/brasil-registra-175-mortes-de-pessoas-trans-em-2020-e-mantem-lideranca-em-ranking-mundial/
https://revistaforum.com.br/lgbt/conheca-a-origem-do-dia-nacional-da-visibilidade-trans/
https://revistaglamour.globo.com/Lifestyle/noticia/2021/01/dia-da-visibilidade-trans-uma-linha-do-tempo-da-luta-e-dos-direitos-dos-travestis-e-transexuais.html

Telessaúde São Paulo

E-mail: telessaude.sp@unifesp.br - Telefone: (11) 3385-4211

Endereço: Rua Pedro de Toledo, 715 - Piso superior - Vila Clementino - São Paulo - SP - 04039-032